Livro de Tova Sender, sobre Aleksander Laks z`l, é adotado pelo Colégio pH

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O livro “Sobrevivente – Memórias de um brasileiro que escapou de Auschwitz”, de autoria de Tova Sender, que apresenta a saga do sobrevivente do Holocausto Aleksander Henryk Laks z`l, foi adotado pelo Colégio pH.

Sinopse: Sobrevivente das atrocidades nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, Aleksander Henryk Laks relata os sofrimentos inimagináveis aos quais foi submetido e conta como conseguiu escapar insistentemente da morte. Ele se tornou um defensor ardoroso da tolerância e fez de sua vida um exemplo de como ter e manter sempre a esperança.

Seu calvário começou quando o exército nazista invadiu a Polônia, em setembro de 1939. A partir daí, sua vida e de sua família transformou-se numa luta diária pela sobrevivência. Aleksander – então com 12 anos -, deparou-se com amigos e parentes amarrados ou enforcados no alto de postes da sua cidade natal, Lodz, e viu soldados alemães arrancarem as barbas de judeus com as mãos, deixando suas faces em carne viva. No entanto, este foi apenas o começo da série de crueldades impingidas aos judeus. Uma delas foi a fome, que matou cinco mil pessoas no primeiro mês de invasão. Logo após, ele e sua família foram confinados ao gueto de Lodz. Das 160 mil pessoas lá confinadas, Aleksander foi uma das 1.600 que sobreviveram ao gueto.

A fome fez com que a família Laks se entregasse aos nazistas. Levados para diversos campos de concentração, Aleksander – aproximadamente com 16 anos – viu sua mãe pela última vez ao descer do trem que os levou para Auschwitz, lugar onde viveu os momentos mais torturantes da sua vida. Os prisioneiros, com parasitas por todo o corpo, tinham seu pêlos arrancados, suas cabeças raspadas e passavam por banhos com produtos químicos. Uma das torturas mais comuns era o método número 25. Os judeus eram amarrados de bruços em cavaletes e espancados nas costas com pedaços de pau, esmigalhando os rins, que saiam junto com o sangue através dos poros.

Assistiu à morte de seu pai, que não resistiu às semanas de caminhada na chamada “Marcha da Morte”, de mais de 500 quilômetros, entre vários campos de concentração. Dos 600 prisioneiros que partiram de Auschwitz, apenas 50 sobreviveram. E novamente Aleksander estava entre eles. A redenção veio junto com a chegada do exército aliado. Aleksander foi salvo pelas tropas que interceptaram o trem que o levava de um campo de concentração para outro. A certeza de que seu calvário teria fim veio na forma de um copo de leite quente, entregue por um soldado aliado. Saiba mais: acesse.

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