Fora aiatolá Mohsen Araki!

xiita

De Roberto Grobman, exclusivo para o ALEF News: “Enquanto a imprensa informava sobre o cancelamento de sua vinda ao Brasil, Mohsen Araki, o aiatolá responsável pelo atentado ao AMIA em Buenos Aires que ceifou a vida de 85 judeus e que influencia milhões com seus discursos racistas e contra Israel e os judeus, estava embarcando em direção a São Paulo. Cheguei ao Brasil coincidentemente no mesmo horário que chegou o aiatolá e logo o identifiquei em suas vestes típicas. Não aguentei segurar minha boca e gritei ´assassino, terrorista´. Me surpreendi porque ele estava sendo recebido por uma comitiva dentro da área internacional, lugar que nós cidadãos comuns brasileiros jamais temos acesso, somente quando chegamos de viagem. Ali estava a comitiva para receber o aiatolá Mohsen Araki, um terrorista e assassino entrando livremente no Brasil. Com seu sorriso cínico, olhava para mim algumas vezes, enquanto eu o fotografava. Enviei as fotos pelo Facebook para amigos judeus e para alguns veículos de imprensa.

No decorrer do dia, o aiatolá havia desaparecido por São Paulo. Ninguém sabia do paradeiro dele. Informações falsas circulavam na Internet. Resolvi ir atrás, fiquei praticamente a tarde inteira no Brás, importunando os funcionários do Hotel Total e de estabelecimentos ao redor da Mesquita da Rua Elisa Whitaker. Alguns me diziam uma coisa, outros outra, em quem acreditar?

Deixei meus contatos e segui para o Shabat na sinagoga que frequento quando estou no Brasil. Enquanto rezava, meu celular vibrava em meu bolso. Após a reza eu vi que haviam várias chamadas de um número desconhecido e retornei para ele. Era de um senhor A. que me passava o local aonde o aiatolá e sua comitiva estavam hospedados. Quis verificar pessoalmente e constatei a verdade.

Ao tentar ingressar no evento, que haviam organizado, fui barrado pelos seguranças, que exibiam ostensivamente um broche do Centro Islâmico. Forcei minha entrada como cidadão brasileiro e quatro deles pegaram em meus braços e me conduziram para fora do hotel. Não desisti, entrei ao vivo no Facebook e fui mostrando o que acontecia, enquanto um amigo que estava lá dentro me enviava fotos do evento.

Fiquei indignado ao ver dois “Guardas de Honra” do Estado de São Paulo atrás do terrorista. Isso me fez lembrar da ascensão do nazismo na Alemanha, pois o governo do Estado estava dando a mais alta honraria a um assassino de judeus, a um terrorista pregador da destruição de Israel e dos judeus. Inadmissível!

No hotel estavam hospedados líderes islâmicos de diversos locais do Brasil, todos que compartilham com a ideia de destruição de Israel, com a morte de nós, judeus. Fiquei o dia todo até o final do evento na porta do hotel, aguardando que outras pessoas de coragem, como eu, pudessem juntos gritar mais alto, pois minha voz já estava escassa de tanto gritar e espernear de indignação pela presença e honrarias deste indivíduo no Brasil”.

Eduardo Matarazzo Suplicy e o aiatolá Mohsen Araki

Eduardo Matarazzo Suplicy e o aiatolá Mohsen Araki

2 COMENTÁRIOS

  • Realmente absurdo, mas esperar o que de governo que temos? parabéns pelo trabalho…e pelas informações…

adidas eqt   | adidas eqt 9317   | adidas eqt adv   | adidas eqt adv 9317   | adidas eqt adv pk   | eqt adv shoes   | eqt adv 93   | eqt adv 9317   | eqt adv black green   | eqt adv pk   | eqt support adv 93   | eqt support adv 9317   | eqt support adv black green   | eqt support adv pk   |